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A miniMe foi à TV e Adorou

A miniMe foi à TV e Adorou

Na onda do dia da Mulher, fui convidada a ir ao programa “Filhos & Cadilhos” falar sobre o meu quotidiano, o equilíbrio difícil entre não falhar no papel de mãe e dar-me a 100% ao meu trabalho. Onde vou buscar os 200%? Vocês compreenderão na pele muito provavelmente o que digo… Na Verdade dedicando Amor ao que fazemos, tudo se supera… e o que parece difícil torna-se fluído… e vamo-nos superando dia após dia… e na surpreendente catadupa de dias conseguimos Viver além de Existir. Foi um momento bom, que acabou encharcado em baba, devido ao convite que a querida Mariana D’Orey fez à minha filha para ela entrar no programa… e de repente a pequena que foi comigo ( porque na verdade não tinha aonde a deixar) virou estrela do programa… Babei imensamente ao ouvi-la falar super à vontade com a Mariana… e ainda mais quando me nomeou em directo “a melhor mãe do planeta Terra”… Falamos de muitas coisas…mas o melhor mesmo é Cliquar AQUI para ver o momento…   PS: Obrigada Mariana D’Orey por mais um momento muito especial para mim.        
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Não é Domingo… mas é Dia da Mulher!

Não é Domingo… mas é Dia da Mulher!

Hoje é dia da Mulher… e eu, que vivo verdadeiramente rodeada delas, quer no consultório, quer em casa… quero-vos dizer como vos Adoro a todas. Adoro as mulheres da minha Vida!

Adoro-te pequena mulher que partilhas a Vida comigo, filha mais linda que o Universo me deu. Alma sábia, de olhos doces, gigantes…

Adoro as minhas Amigas, que no caminho da Vida, me servem de rede.
Caminho, lá em cima, num arame fino, num equilíbrio complexo, mas com passos firmes porque vos tenho!
Vocês que surgem e reaproximam-se no timing certo, no momento certo em que mais preciso. Às vezes no momento único em que aquela frase fará sentido…e a cumplicidade acontece… e tudo começa.
Obrigada Amigas, e vocês sabem quem são!
Adoro-Vos a todas, na vossa individualidade!

Muitas dessas amizades nasceram no meu consultório, no meio de consultas, na partilha de momentos… onde vi vários laços a transformarem-se em nós. Outras nasceram em outros recantos, num repente.

Adoro as minhas pacientes, que me deixam fazer parte de momentos únicos da vida delas. Vivo realizada, abençoada por fazer todos os dias o que mais gosto, graças a vocês!

Adoro a minha parceira (leia-se parteira e amiga) que me ouve, e que partilha tantos momentos comigo.

Mas acima de tudo Adoro a mulher que vive em mim… adoro o seu sorriso que brilha no olhar de criança, puro e cheio de sonhos.
Adoro o modo como caminha na Vida, vivendo Aqui e Agora. Sempre.
Adoro a sua força, de uma luz brilhante e imensa.
Simplesmente…Adoro-A!

PS: E vocês? Já disseram hoje quanto amam as mulheres da vossa Vida?

 

 

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Acerca do último post…

A pedido de várias famílias, volto a colocar aqui um novo link da entrevista que fui a semana anterior (pelo que percebi o último link dava erro).

E pronto mais uma oportunidade para quem ainda não viu de saber um pouco mais sobre estas técnicas de rejuvenescimento.

 

 

 

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DNA fetal

DNA fetal

O que é isto, que tanto se fala?
Lá vem a ciência, e a sua constante evolução mudar a forma como vemos e vivemos o Mundo.

Desde há muitos anos que faz parte do protocolo de seguimento de uma gravidez a realização do teste de rastreio pré-natal, que combina parâmetros bioquímicos e ecográficos. Este teste baseia-se num método indireto que apenas permite indicar uma probabilidade da presença de trissomia 21, 18 e 13. Os resultados são apresentados através de um score de risco (ex: 1/26.000 ou 1/75). O rastreio combinado do primeiro trimestre apresenta uma taxa de falsos positivos de cerca de 4%.
Quando esse risco se apresenta aumentado é então oferecida a realização de uma amniocentese ou biópsia das vilosidades coriónicas. Estes métodos são invasivos e acompanham-se de um risco de abortamento (cerca de 1/200 e 1,4/100 respetivamente).

Desde que entrei na especialidade de Ginecologia-Obstetrícia, que a minha querida e sempre atualizada orientadora me falava na pesquisa desse mesmo DNA fetal no sangue materno… e vários anos depois assisto a essa grande revolução no diagnóstico pré-natal.

Ora bem, todos os estudos de validação publicados até ao momento demonstraram alta fiabilidade do teste não invasivo. No caso da patologia fetal mais frequente, a trissomia 21, este exame não invasivo demonstra uma sensibilidade e especificidade superiores a 99%.
Através deste teste, é possível então a deteção no sangue materno do DNA fetal  (pequenos fragmentos da unidade feto-placentária que entram na circulação sanguínea da mãe). O teste é realizado através de uma simples colheita de sangue materno a partir das 10 semanas de gestação.
Permite detetar os síndromes mais comuns: Trissomia 21, 18 e 13, bem como alterações numéricas dos cromossomas sexuais (Monossomia X, XXX, XXY, XYY) e em alguns casos deteção de outras anomalias cromossómicas.

Esta tecnologia, que chegou ao nosso país há cerca de 5-6 anos, está disponível e é comercializada atualmente por diferentes laboratórios. Apresentando os diferentes testes, diferentes características e diferentes preços.

Para mais informação, como o anúncio digo “… contactem o vosso obstetra!”… vá, também me podem perguntar… 😉

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“Mais uma moeda, mais uma voltinha…”

“Mais uma moeda, mais uma voltinha…”

Mais uma volta na cama…
Sinto-me como no Senhor de Matosinhos, só que aqui não preciso de mais uma moeda…
Adoro estes Domingos preguiçosos, em que arrasto sucessivamente o “sair da cama” para depois…
Mais uma volta, e numa outra posição (agora para a esquerda) fico “só mais um pouco”…
Por vezes volto a adormecer, outras vezes a cabeça acelera num planeamento da semana que amanhã começa… e eu sussurro baixinho “dorme mais um bocadinho, que hoje podes tonta!”

Para mim não há rotinas neste dia, ao contrário da maioria das pessoas, não vou almoçar aos avós, tios, pais ou sogros… Não vou à igreja, nem vou ao passeio depois do almoço na beira da praia. Não vou tomar o pequeno almoço à confeitaria da esquina, nem comprar o jornal.
O dia é mesmo livre e na maioria das vezes a única regra é descansar (“ronhar” como a minha filha diz).

Não há, para nós, domingos iguais.
Por vezes acordamos mais tarde e entretemo-nos largos minutos a preparar um brunch… outras saímos e vamos almoçar fora, outras vezes vou simplesmente ver o mar.

Hoje, acordo sozinha (sim, porque a minha miúda tem uma vida social muito  preenchida… 😉 ), abro a persiana e fico simplesmente a observar o o sol que desperta por entre as nuvens e pinta o céu azul de vários tons laranja…lindo.

Ligo a música e deixo a mente viajar…
Adoro sonhar acordada!
E viajo agarrada à minha almofada, sorrindo, para outros Mundos.

E neste domingo qualquer sinto-me em paz, e mesmo com esta luz que me inunda o quarto, e com a música a vibrar no ar, viro para a direita, fecho os olhos e “fico só mais um bocado.”

PS: Adoro que aqui, a frase “a menina não paga, mas também não anda…” não seja aplicada! 😉

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